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dos sonhos
Sonhei três dias seguidos com assalto em lugares diferentes. Achei estranho.
Pesquisa Google: o que é sonhar com assalto?
Assalto - É preciso que você esteja mais atenta(o) as coisas do lar. Sorte: gato.
Assalto: Feliz presságio se viu um assalto, significa que a sorte baterá à sua porta. Ser assaltado, em sonho, é certeza de que informações importantes chegarão até você e o ajudarão a resolver problemas sérios. Não perca a cabeça por quem não merece, se você era o assaltante, no sonho.
Me deixe com a segunda opção pois estou precisando de sorte.
Ps: Me sentindo estranha... e com vontade de chorar. Se quiser me encontrar, procure na pia.
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Renata **LindaRe**
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21h05
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A história do BU
Uma vez eu perdi o meu bilhete único. Coisa de pobre que anda de metrô. Normal. Foi um saco pegar outro. Fiquei um tempão na fila, como já contei aqui (pode clicar no "aqui" para ler). Mas eu não sabia nem onde e nem quando tinha perdido o tal do bilhete.
Em meio a bagunça da minha vida na época da mudança de casa, eis que meu pai solta a seguinte frase: - Renata, achei seu bilhete único? - Que bilhete único? - sou esquecida, acha que eu ia lembrar o que eu tinha perdido milhares de anos atras? - Um que tem seu nome... - Sério?!? - caiu minha ficha...
Pois é, depois de anos eu descobri que tinha perdido o tal do BU dentro de casa, dentro do quarto e atrás da minha cama.
Na verdade eu acredito que ele foi surrupiado por um ser invisível e esse mesmo ser resolveu devolver o bilhete antes de eu mudar de casa por achar que agora podia me ser útil. Agora tá lá, em algum lugar que eu desconheço, porque já não lembro onde o guardei.
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Renata **LindaRe**
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15h09
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Prazer, escritora.
Depois de ouvir no rádio que o tal do travesti da história do Ronaldinho vai escrever um livro sobre suas histórias com famosos e "infamosos" (leia aqui), resolvi que vou escrever tb. Afinal, se ele(a) pode, eu tb posso!
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Renata **LindaRe**
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13h07
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Simplesmente, o cotidiano
Como se atrasar para o trabalho.
Saia de casa mais tarde pq ficou com preguiça de levantar, e pare pra abastecer o carro. Converse com a frentista sobre cabelo... afinal, ela tinha que contar que mudou de cor. Corra até a padoca pra comprar alguma coisa. Resolva tentar um caminho mais rápido, tipo: a faixa solidária e não seja feliz nessa escolha. Erre a saída e de uma volta no centro de São Paulo - completamente a toa. Não se estresse. Chegue ao caminho normal quando faltar 5 min pro seu horário. Perceba que vai demorar pelo menos 20 min (na melhor das hipósteses) pra chegar ao destino. Tenha sorte. Pegue todos os faróis fechados. Esqueça o crachá pra entrar no estacionamento, mas fique feliz por abrirem a "passagem" (esqueci o nome da madeira que levanta!) depressa. Chegue 25 min atrasado. Faz parte.
Como brigar com o gerente.
Tenha uma ex-funcionária dizendo que tinha umas coisas no armário e quer pegar e blá, blá, blá. Descubra que as coisas estão desaparecidas. Peça ajuda ao gerente para localizar os "badulaques" e ouça isso: - Mas eu não sou o responsável!!! - Mas vc não é o gerente daí? - indignada, juro! - Sou, mas essas coisas eram do Paraíso, e eu não era responsável lá... - vamos chamar o Saci que ele resolve primeiro... - Você não quer que eu resolva né? (definitivamente, não ganho pra isso!) A sua responsabilidade era olhar o que tinha nos armários quando eles foram abertos. Eu não tinha como estar aí!! - ESTRESSADA. Enfim...
Vamos a oração quase diária: "Deus, paciência, Deus... jamais força, não quero matar ninguém na pacada!!!"
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Renata **LindaRe**
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16h05
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Caso de família
Tempo atrás, conversando com minha mãe - que sabe das coisas - acabei fazendo uma análise sobre os relacionamentos que eu já tive. Não era nada muito complexo, apenas pensando no perfil dos rapazes... E foram encontradas semelhanças indiscutívei. Daí, foi somar 1 + 1 e viajar na batata pra chegar a conclusão de qual era minha missão em relação as pessoas que passaram na minha vida.
[obs] Admito que a maior parte do tempo sou uma pessoa "de pouca fé", mas tenho um lado espiritualizado que acredita que a gente está nesse mundo doido por alguma razão... Seja para crescermos espiritualmente ou para ajudarmos aos outros. No meu caso, sinto que acontece os dois. [/obs]
Fato: eu tenho imã (bem gigantesco, por sinal) para pessoas problemáticas. Pra especificar um tantinho mais: as pessoas mais atraídas por meu ser confuso são aquelas que tem problemas em relação a família. Juntando o 1+1: todos os "grandes amores" tinham alguma mágoa em relação a alguém da família. Missão: mostrar o significado disso (quase que como no desenho Lilo e Stitch)
Eu posso até estar viajando no sentido da vida, mas esde meu primeiro namorado - aquele dos meus remotos 17 anos - tem sido assim. Era um com problema com a mãe, outro com problema com o pai, outro com a família inteira. O único namorado estruturado, nesse sentido, que eu tive que não tinha tal "deficiência" foi o 2º, namoro que durou poquíssimo tempo. Coinscidência? Sei lá... Não acredito muito nisso. Em todos os outros 4 grandes relacionamentos - e intensos - que eu tive foram com pessoas que eu mostrei: "olha, isso aqui é uma família, é assim que funciona! temos pai, mãe, avós (todos eles ainda), tio, tia, primos, gato, cachorro e passarinho... a gente pode até tentar se matar, mas nos amamos e sempre estaremos juntos!". E é engraçado observar o que aconteceu depois do término de cada namoro, por conta disso. O primeiro ex adotou minha mãe e meu irmão por muito tempo. O segundo simplesmente deu um jeito de entrar pra minha família - hoje meus pais são padrinhos de batismo dele. O terceiro ainda temos uma relação super-contra-ultra-complexa e merece um parágrafo só dele.
Acontece que o 3º ex - vou colocar nome, afinal, tem uma vida inteira nossa nos históricos -, o Fernando, tem um filho que mora com ele. Quando o conheci, faziam 3 meses que o Gustavo estava na casa dele. A mãe do Gu - se é que era mãe na época - fazia o papel de pai ausente. Complicado? Imagina... Afinal, o que é a figura de mãe para uma criança de 3 anos? Nem precisa, né? Eu adoro criança, sempre gostei. No primeiro dia que vi o Gu me apaixonei perdidamente - e foi recíproco. Lembro-me perfeitamente dele falando pro amiguinho cheio de orgulho: "essa é a namorada do meu pai". Lembro também quado ele largou do pai pra pegar na minha mão e sair desfilando pela academia (oooooo saudade da minha vida saudável!). Não precisou de mais nada... Em pouco tempo, o Gustavo - e não o Fernando - já estava praticamente morando em casa. Ele dormia o fim de semana todo lá, e se bobeasse não ia mais embora. A visão de pai e mãe ele teve comigo e com o Fernando. Sim, eu assumi esse papel sem nenhum preconceito e sem nenhuma dificuldade. O dia que eu tive mais certeza dessa relação foi quando estávamos na praia. No auge do meu sono, a 7h da manhã, o Gustavo me acorda: "Rê, quero mamadeira!". Na hora pensei: "putamerda, acorda seu pai!", mas ele sabia que podia contar comigo pra isso, até mais que com o Fernando, e eu acabei me sentindo ultra-especial quando percebi isso. Quando o relacionamento acabou, eu quase morri - não pelo Fernando, pra infelicidade dele na época - mas pelo Gustavo. Tive aquela sensação de perda horrível e chorei um feriado inteiro achando que ele podia me esquecer. Mas o que eu tinha esquecido é que alguns laços não se rompem, e até hoje eu tenho a presença desse meu filho de coração na minha vida. E pra mostrar ainda mais como o negócio era escancarado, no último aniversário do Gu (foi em fevereiro - 8 anos!), a avó do Fernando solta a seguinte pérola: "esse menino (o Gustavo) que tem, sorte tem 3 famílias". O Fernando também tinha uma visão distorcida de família. Ele viu o que era uma na convivência com as pessoas da minha casa, tanto que foram muitas as vezes que eu ouvi ele dizer: "queria ter uma relação dessa na minha casa". E sim, ele tentava ter. [obs 2] O Fernando tem uma sorte danada! Hoje ele é noivo e a Cris é uma pessoa super especial que ama tanto o Fê quanto o Gustavo (mas não mais que eu - sou ciumentaaaaaaaaaa). E ela é tão bacana, que apesar de ter que me engolir nas festas do Gustavo (não é fácil aguentar ex-namoradas... né?), ainda falou pra mim que eu tinha que continuar presente na vida do Gustavo, sim, porque tanto eu quanto minha família fomos parte importante no desenvolvimento do Gu. Sem contar que, quando ela abraça a gente, passa uma energia tão boa que nem dá pra explicar. [/obs 2]
Em relação ao meu último relacionamento, eu me sentia frustrada - nesse quesito. Eu não vou entrar nos detalhes da questão, pq meu ex sempre foi muito fechado e não tenho como saber tudo o que passava na cabeça e no coração dele, mas a verdade é que ele sente falta de muita coisa em relação a esse assunto, sim. A única coisa que eu senti que teve um certo progresso no tempo que passei com ele, foi em relação ao significado de Natal... e mesmo sendo 3 Natais juntos a diferença foi beeeeeeeem pouca. Enfim... depois de todas as minhas confirmações de suspeitas de canalhice que ele aprontou comigo, a única coisa que me surpreendeu durante a minha super leitura foi ele dizer que com os relacionamentos anteriores ele aprendeu a dar mais valor a família. Não vou fazer uma super investigação pra saber até que ponto eu posso ter influenciado nisso ou não, porque, por mais que seja 0,5%, eu sei que fiz minha parte. E sendo assim, só tenho uma coisa a dizer: MISSÃO CUMPRIDA, CASE CLOSED!
PS: Fecho um caso para iniciar outro, pois estou sentindo que vem mais trabalho por aí! (É a vida!)
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Renata **LindaRe**
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15h34
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Lady Renata
Descobri que sou uma lady. Depois de ler toda a história da traição do ex (pq ele ainda estava comigo quando começou com a namorada nova e ela fez questão de publicar na internet, bacana, né?), respirei fundo e comentei no post como faria com qualquer outra pessoa: parabéns e sorte.
Foi complicado perceber (mais um pouquinho) até onde iam as mentiras dele. Mentiu até o último dia, descaradamente. Era algo do tipo: - Vc foi pra praia com quem? - Com o pessoal da vila... (e tava com ela)
- Vc tá com alguem? - Não (e tava com ela)
- Vc ta apaixonado? (depois q eu ja tinha descoberto a patifaria) - Não... já disse - Mas vc gosta? - É normal
Isso foram as "últimas" mentiras. Se eu for descrever todas não sobra espaço vazio no blog. A verdade é que penso: depois de saber de como ele é, como confiar numa pessoa dessas? Eu, depois de tanta experiência, já não confio nem no meu próprio umbigo. Pode ser até um problema, mas é assim que vejo. Ainda em relação ao ex... eu não fui a primeira pessoa pra quem ele mentiu, e sinceramente não acredito que seja a última pra quem ele vá mentir. Não estou "agourando" nada, mas sei das mentiras que ele contou pra 1ª namorada, a qual havia deixado o depoimento "o único amor da minha vida" e também da namorada que ele arrumou enquanto estava comigo pela qual se dizia "apaixonado". Falso? Não, jamais. A mentira não era essa, era sobre o que ele fazia nas costas delas, e na minha. Eu aprendi, pelas duras lições da vida, que a pessoa que faz isso uma vez, faz sempre. Eu tenho um amigo que jurou de pé junto que iria mudar (ele é do tipo galinha tb), afinal, a atual namorada dele é super bacana. Ele mudou. Se durou 6 meses foi muito. Esses dias perguntei pra ele: "mas vc não disse que não ia mais fazer isso?". Ele respondeu: "eu não consigo". E está na "vida" de novo - mesmo quase morando com a namorada. Acredito que cada relacionamento é um relacionamento, e que as pessoas até podem mudar. Mas a essência, aquela da qual somos feitos, não muda e esse tipo de coisa tá gravado na "raiz" das pessoas. Elas são o que são (mentem e traem), e pronto.
Não tenho a intenção de julgar se é certo ou errado, longe de mim que vivo a minha vida mundana sem crises de consciência (afinal, ele mereceu todo chifre que levou), mas tudo isso me faz desacreditar nas pessoas. O que eu tinha que fazer, eu fiz: * a ele, mandei meus parabéns pelas mentiras * a ela, desejei sorte, pq vai precisar
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Renata **LindaRe**
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16h05
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"Me Acho" Top Hits
Eu sempre dei carona pra todo mundo, pq sempre gostei de dirigir. Quando eu estava na faculdade (que era na Av. Paulista), eu sempre levava uma galera até a Saúde. Pensando que eu moro na Zona Leste, passar na Zona Sul é praticamente caminho, não é não? Lembro-me de uma vez que ganhei dois cds gravados com músicas para ouvir no carro. Isso, foi meu presente de amigo secreto. [A gente sempre fazia amigo secreto com presentes feitos a mão. Gastava-se pouco e só saiam coisas personalizadas e lindérrimas. O presente dos cds não eram só os cds... era um cartão com meu carro desenhado e os cds eram as rodas do carro. Ganhei do Luiz, foi super fofo!] Voltando ao assunto... Eu voltei a essa vida de dar caronas e a andar mais que notícia ruim. Já falaram até pra eu entrar na tal comunidade do Orkut (sempre o Orkut): "a balada começa no meu carro". E obervando os meus amigos que vira-e-mexe são acometidos de tristezas súbidas por quem não merece resolvi montar uma trilha sonora específica para esses momentos que logo devem ser superados. Principalmente quando estamos no carro - geralmente indo (ou voltando) para algum lugar bacana. Analisando trilhas sonoras diversas (desde músicas bregas a músicas de videiokê) e ainda com a ajuda de pesquisa boca-a-boca já comecei o projeto da minha coletânea de sucesso: "Me Acho" Top Hits.
O projeto ainda está em fase de desenvolvimento, mas já conta com a presença certa de alguns sucessos. São eles:
- Olhos nos olhos - Maria Bethania
(Olhos nos olhos Quero ver o que voce faz Ao sentir que sem voce eu passo bem demais)
- Tô fazendo falta - Joana
(Você pode ter um tempo prá pensar E uma eternidade prá se arrepender Tá na cara dá prá ver no seu olhar Tô fazendo muita falta prá você...)
- Descoberta - Los Hermanos
(Minha amada Não consigo mais viver ao lado teu Não consigo mais te dar o meu amor Hoje vivo muito bem sem tua boca E sozinho não conheço mais a dor)
- Perigosa - As frenéticas
(Eu sei que eu sou bonita e gostosa E sei que você me olha e me quer)
- Baba Baby - Kelly Key
(E pra não dizer que eu sou ruim Vou deixar você me olhar Só olhar, só olhar, baba)
- Tremendo Vacilão - Perla
(Pensou que era o cara Mas não é bem assim Agora baba bobo Vai correr atrás de mim...)
- Tô ne aí - Luka
(Já nem lembro seu nome, seu telefone eu fiz questão de apagar Aceitei os meus erros, me reinventei e virei a página Agora eu tô em outra...)
- Cara Feia - Killi
(Cansei da sua cara feia Pra piorar, tem mais Já não consigo escutar Tanta bobagem sem ter Um fundamento sequer Qual é o problema?)
- Detalhes - Roberto Carlos
(Não adianta nem tentar me esquecer durante muito tempo em sua vida eu vou viver)
Isso foi o que eu já havia rascunhado num papel de pão que está há dias na minha bolsa. Ainda estou pensando no resto da trilha, mas aceito sugestões pra completá-la. Prometo mandar um cd pra quem colcaborar! Mas só se for com boas idéias! hahahahahaha 
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Renata **LindaRe**
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09h57
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Livre Associação
Estava relendo o post anterior. Lembrei que o fiz pensando no filme "Quero ser John Malkovich". No filme, as pessoas entram por uma porta que dá na cabeça do John e passam a ser "ele". Têm a visão dele e controlam sua vida. Bizarro. Eu não ia querer entrar na cabeça de alguém. Fiquei pensando em como as pessoas tem idéias "estranhas" como a do filme, como a do padre voador. Na verdade a idéia dele foi idiota. Não querendo trepudiar em cima da disgraça alheia, mas ele foi estúpido. Sexta-feira, disse para uns amigos que tudo que aconteceu com ele foi proposital. Na verdade, ele queria deixar de ser padre mas não queria assumir a desistência. Então, arquitetou todo esse espetáculo para desaparecer do mundo com classe, talvez para viver um grande amor, ou torrar dinheiro em Las Vegas, sei lá - as hipóteses são muitas. Depois dessa teoria, a mais "lógica" foi sobre uma abdução. Quando o Eduardo disse isso perguntei: abduzido como no filme "Os Esquecidos"? "Bem por aí", ele respondeu. Engraçado como eu tenho mania de associar quase tudo com filme e música. E falando em música, desde ontem estou ouvindo uma mesma música da Legião Urbana: "Metal contra as nuvens". Tem um pedaço da música que me travou na minha cabeça: "Não desisto de lutar Tenho ainda coração Não aprendi a me render Que caia o inimigo então" Pensei em inimigos. Não sei se tenho inimigos, mas sei que têm pessoas que não gostam de mim. Logo de mim, que nunca fiz nada pra ninguém me odiar - whatever. Tinha uma menina da internet que não gostava de mim. Eu tb não gostava dela. Na verdade, antes eu gostava, depois ela fez com que eu desgostasse. Eu disse isso pra ela e ela resolveu me xingar anonimamente. Uma vez - e a única - encontrei com ela numa festa de aniversário de um amigo. Cumprimentei-a pois sou uma lady. Ela retribuiu. No fim, a única coisa que pensei foi: "Nossa, como ela engordou!". Mas acho que ela pensou o mesmo de mim. Não consigo associar isso com nenhum filme agora.
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Renata **LindaRe**
às
08h55
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Quero ser a Marília Grabriela
A verdade é que o mundo é egocêntrico e sempre acha que tem alguém que quer ser exatamente como ele. Não importa o motivo. Alguém vai achar que você está querendo ser o seu clone. Eu já achei isso. Achei, e ainda fui apoiada na minha "achação". Minha amiga disse: entra na comunidade "ela quer ser minha irmão gêmea", do orkut. Aquele de que não quero lembrar o nome uma vez disse: "vc viu o cabelo da fulana, ela cortou igual ao seu". Um amigo também falou: "vi uma foto da sua amiga... ela está tentando imitar a foto do seu blog". Todos estavam falando de uma mesma pessoa. Ou participamos de um surto coletivo ou a coincidência foi absurdamente gigantesca nesse caso. Mas na verdade não é isso que importa. E nem é essa a razão desse post. O que importa é: se fosse pra eu querer ser igual a alguém, eu gostaria de ser igual a Marília Gabriela. Motivos: * a tia (pq ela já uma "tia") tem 1001 utilidades - atriz, apresentadora, jornalista, cantora * é famosa sem ser bonita - ou seja, tem meu respeito por ter mais cérebro que bunda * é inteligente * é chata, mas é inteligente * é elegante * já deve ter um bocado de dinheiro * conhece um monte de gente interessante * é vista em lugares interessantes * é viajada * teve o Gianecchine (ai, ai - suspirando) Eu não iria copiar alguém em cabelo, roupa ou nada que remeta a aparência. Acho isso fútil, e não suporto conviver com pessoas fúteis por mais de meia hora. Pra mim, atitude conta mais que aparência, sempre. E já que eu falei em ser clone (do lado interno, e não externo), pra que clonar alguém tão simples como eu? Pára. (Digo isso em relação a ela, que não me suporta e mesmo assim quer ser como eu.) Sou de personalidade forte e inexorável. Se for pra eu tentar mudar que seja pra algo muito melhor que eu, e não pra coisa semelhante ou, talvez, até inferior. Em minhas possíveis tentativas de mudança, quero usar os outros apenas como inspiração. Não imitarei ninguém por completo, afinal, ninguém é perfeito, nem mesmo Gabi. Copiarei apenas um pedacinho aqui, um pedacinho ali, juntarei as boas partes de personalidade de uma porção de pessoas e tentarei ser melhor do que eu era ontem, quem sabe um dia até ser semi-perfeita. Mas não hoje. Hoje, me pouparei o trabalho da pesquisa das qualidades alheias. Hoje vou querer ser só um poquinho melhor. Hoje serei como Marília Gabriela: uma pessoa comum, mas que soube ser interessante.
Ps: Uma coisa que eu sempre quero copiar dos outros é dedicação. Acho lindo pessoas dedicadas.
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Renata **LindaRe**
às
15h54
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o banheiro
Sinto que estou começando a pegar raiva do banheiro do serviço. Mas ele me dá motivos. Lembra quando ele fez eu acreditar que tinha um homem lá dentro? Foi trash. Dessa vez ele fez com que eu desse com a cara na porta. Literalmente.
Acontece que a bendita porta do banheiro sempre fica encostada. Encostada e só. Nunca fecham ela direito, logo, nunca preciso encostar na maçaneta. Depois de quase um ano vendo a porta desse jeito, seria imposível de não se acostumar... e eu me acostumei. Não penso mais quando entro no banheiro, apenas empurro a porta e vou que vou (geralmente estou apressada). Pois é... esses dias fui fazer isso e não deu certo. Com pressa e de cabeça vazia tentei entrar no banheiro. A porta estava fechada e não abriu - eu não mexi na maçaneta, por hábito - porém, o corpo, acostumado a ir direto e já em seu percurso rotineiro, respeitou aquela Lei da física que diz q o que está parado continua parado e o que está em movimento continua em movimento e pá! Dá-lhe eu com a cara na porta. E com direito a barulho. Pensei: putaqueopariu! E ainda ouvi o banheiro rindo de sim. Sabe aqueles risinhos cínicos? Foi assim...
Mais uma vez, agradeci por estar sozinha no corredor. Amém.
Categoria:
Causos
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Renata **LindaRe**
às
10h24
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faxina da primavera
Ou de outono, nesse caso.
Tomei uma bronca. Ontem estava no tel com uma amiga e ela disse: -E aquele link que tem no seu blog: blog do namorado? Vc não tem mais namorado! Eu sei, eu não tenho mesmo. Ma é que eu fui acometida de uma preguiça [já faz um tempo, inclusive] que não me deixou mexer em nenhuma das configurações ou elementos do template desse blog. Nada muda há um bom tempo. No máximo incluí links, e mesmo assim só incluí. Nada de por em ordem. Depois do "puxão de orelha" resolvi levantar e ir varrer a poeira, e já que ia apagar um link, vamos dar uma olhada em como estão os outros também: * eliminado o link do namorado, quer dizer, EX-namorado. * eliminado o link "quem me ama entra aqui". Eu explico: era uma comunidade q fizeram pra mim no orkut e excluiram. A pessoa que fez ainda me ama, mas excluiu num momento de crise de ciúmes. Tudo bem, eu perdoo. * nossaaaaa! Última atualização em 2004!!! Excluído tb. * blog não existe, blog não existe, eitcha!! Sumiram e eu nem percebi! Melhor exluir os links tb. * Virge, mudou de endereço ano passado. Hummm, não leio mais. Melhor excluir.
Guardei os dos amigos, mesmo que não atualizados ficam por consideração. Tipo, guardo pelo valor sentimental. Depois de todas essas exclusão, ainda coloquei em ordem - o Uol não coloca em ordem alfabética automaticamente. Achei que não ia sobrar nada, sobrou uma metade.
Até me inspirei pra trocar as cores, mudar a ordem, talvez mudar a foto... Mas não agora. A preguiça já voltou. Deixa pra mais tarde. Aliás, eu tinha aprendido uma palavra que resumia "deixa pra mais tarde". Devia ter anotado, porque agora não lembro como ela era.
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Renata **LindaRe**
às
11h33
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da era virtual
Cheguei a conclusão que (quase) ninguém tem mais diário (aqueles cadernos que tinham cadeadinho, lembra?). Isso já é quase tão retrô quanto o video-game atari. Quem tem necessidade de escrever sobre as desaventuras do dia-a-dia tem um blog. Segredo também é coisa do passado. Afinal, não temos cadeados na internet - no máximo um blog restrito, o que não tem a menor graça. Agora se faz diário para os outros lerem. Se não fosse pra isso, escreveríamos no Word, que ajuda mais por ter corretor de texto, e guardaríamos numa pasta qualquer do computador. A gente quer mais é que o mundo leia mesmo, e ainda opine - pra isso: os comentários. Eu sou dessa geração. Mesmo que suma durante um certo período de tempo por razões adversas, mantenho o blog desde 2003 (e ainda tive um outro antes, que perdi - não lembro usuário, senha, endereço e não achei no google). Gosto de escrever - mesmo não sabendo-, gosto de ser lida. Digo ainda mais: sou praticamente uma pseudo-escritora-narcisita. Mas isso não vem ao caso. O que eu queria dizer mesmo é que quase todo mundo que eu conheço tem um blog. Úteis ou inúteis, com o meu, mas um blog. E agora todos são "blogspot". Está na moda. Não, não estou criticando. Acho bacana. Acho bacana saber da vida dos outros, e às vezes é mais fácil ler do que encontrar a pessoa pra ela te contar as novidades. Isso é coisa da vida moderna: falta de tempo. Como a gente não tem tempo de encontrar com todos os amigos, faz uma leitura dinâmica nos blogs deles e já se atualiza nas novidades. Tá, não é tão bacana quanto sentar numa mesa de bar e falar tudinho o que está acontecendo com você, mas é prático. Nem sempre eficiente, mas prático. Meu único medo é que meus amigos "reais" virem amigos "virtuais". Já pensou se ninguém quer mais ir pro bar comigo porque já sabe da minha vida de tanto que escrevo? Seria triste ficar no German´s Bar apenas com a garrafa de cerveja e o garçom. Uma vez fiz isso. Foi deprimente. Gosto dessa coisa virtual. Já fiz muitos amigos assim. Mas gosto do real. Se pudesse levaria todos eles (os virtuais) pra uma mesa de bar também. Afinal, nada melhor que o abraço de um amigo.
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Renata **LindaRe**
às
14h09
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presentinho
Adoro ganhar presentes. E quem não gosta? Segunda, minha amiga voltou da viagem que estava fazendo de lua de mel e trouxe dois presentes coreanos pra mim: um máscara facial (de um cheirinho boooom) e um ossinho (na foto). Adorei os dois, mas o ossinho é ótemo. Ele serve pra apoiar o pulso enquanto se usa o mouse. Estou usando desde o dia que ganhei e não tive mais dores no braço. Ainda preciso testar a máscara.
Delirado por
Renata **LindaRe**
às
09h00
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comédia da vida privada
Eu não sou nenhuma comediante, também nunca tive pretensões de o ser. Apenas gosto de humor. Gosto ainda mais do humor negro recheado de pitadas de ironia com sacarmos. Realmente me diverte. Fico encantandada com o sacarmo bem colocado, com a ironia desconsertante. Gosto disso quando vejo frases repletas desses ingeredientes soltas no momento exato "quebrando as pernas" belamente do seu alvo. É lindo. É o veneno bem dosado aplicado com palavras. É mexer na ferida sem fazer sangrar. É o insulto lapidado.
Dói-me ver elemento tão belo - e maligno - sendo destroçado por amadores. É praticamente um disperdício de insultos. Machuca mais ver a comemoração do autor no final do texto pela sua "ofensa disfarçada" do que o sacarmo em si - acredite se quiser: essa comemoração acontece. Aliás, tem-se que ser um tanto mediocre para tal ato. Eu nunca vi um grande autor congratular-se no final do seu livro / texto pelo bom trabalho que fez. Muito menos um ator no final de sua apresentação proclamando: "adoro essa minha performance e minha mãe tb". Seria algo lamentável, se já não é. Pois mais que saiba demais de algum assunto, ainda é melhor que os outros te elogiem por seu conhecimento antes de você mesmo se elogiar. Se não queres ser esculhambado, não seja ridículo. Ou seja, e faça alegre a vida dos que não lhe gostam. Dá-lhes o motivo para sorrir, ou mesmo gargalhar até rolar no chão - como já fez pra mim.
E pra finalizar, escrevo pra ela, minha adorada salvadora:
Querida Helena, Quero agradecer o tempo que disperdiça em saber como estou. Fico realmente feliz de saber que ainda se preocupa comigo, mesmo que isso demonstre um pouco de inseguraça. Saiba que estou bem e que também não esqueci de você. Esses dias mesmo, na mesa do bar ofereci um brinde a seu nome - foi tão lindo que cheguei a me emocionar. É claro que que você ainda é assunto. Desculpa se ainda não tenho outra vítima, mas você ainda é alvo principal de meu deboche. Já virou um clássico, admito. Gostaria de deixar claro que tudo isso é apenas pra irritar, nunca tive outra intenção mais sublime. Não ache que me preocupo com você como se preocupa comigo, pois não é verdade. Apesar de lhe adorar, sei que sua vida não faz diferença pra mim. Saiba ainda que apenas gasto meu tempo com você porque não sou mesquinha e sei o significado de "gratidão". Dou-lhe meu tempo, pois sei que dá-me o seu também. Não lhe faço nenhum favor, apenas retribuo pois tenho bom coração. Não lhe desejo o melhor, não sou hipócrita. Mas tb não lhe desejo o pior, prefiro ficar lhe desejando "o nada". Dia desses mando mais notícias.
Um grande abraço. Renata
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Renata **LindaRe**
às
22h06
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pequeno descompasso
Quem manda ser curiosa, ansiosa e apressada? Hein?
Agora respira fundo e deixa o mau humor passar. E por favor, volta a trabalhar!
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Renata **LindaRe**
às
09h15
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flores de maio
Feriado? Nem senti o dia de folga... Ainda estou em clima de mudança, e quando penso que vou ficar em casa vendo a vida passar tenho que varrer a bagunça que os caras fazem pra instalar qualquer coisa em casa. No feriado estavam puxando extensões de telefone, pontos de tv a cablo, pontos de tomada, tudo ao mesmo tempo. Só faltou o predreiro que está arruando a garagem pra completar a lambança. Mesmo assim, não tenho o que reclamar... Almocei feijoada na vizinha, fiquei na casa da minha amiga vendo o povo jogar Guitar Hero (eu nem tentei porque não tenho coordenação), bebi uma quase-espanhola, dei uma volta de moto com meu irmão - moto nova chiqueterérrima, decansei. Preciso de mais? Ás vezes acho que sim, às vezes acho que não... nunca sei!
Ps: É impressionante como os dias estão passando rápido demais.
Delirado por
Renata **LindaRe**
às
09h28
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